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Para as mães de bailarinas

A maioria das mães sonham com as filhas dançando Ballet, tipo a Bruna hehe. É lindo, delicado, envolvente, meigo, mágico.💕

Eu já sou do tipo de mãe que não liga tanto pela delicadeza. Eu quando pequena queria fazer luta, adorava futebol, não tenho muita delicadeza e não sou meiga kkkk.

Mas eu coloquei a Nicole no Ballet por ser a atividade física que mais se aproxima com a ginástica ritmica, a ginástica é a base de todos os esportes, mas aqui na minha cidade tem somente no centro que fica 40 min da minha casa.

Estudei os benefícios que são inúmeros : Flexibilidade, crescimento ósseo, liberação de hormônios como Seratonina (hormonio da alegria), noçao de espaço ( como direita, esquerda, atrás, frente), agilidade, resistência, concentração, entre outros.


Mas a Nicole viajava demais nas aulas e começei a me incomodar com isso.

Confesso que já fui a mãe que criticava a filha na aula de ballet. Mão na cintura! Presta atenção! Faz direito! Olha para a professora!

Com o tempo eu levei um tapa na cara. No final do ano ela participou de uma apresentação e ela arrasou! Lá, na frente de todo mundo, fez tudo direitinho. Eu achei que ela ia se sair muito mal. Me senti muito mal, porque não confiei nela. Eu nunca disse isso, mas demonstrei.

Áquila Ballet


A maioria das mães deixam as filhas na aula e deixam elas aos cuidados da professora. Mas algumas fazem como eu fazia e eu queria deixar um recadinho:

Tentem não reepreender as meninas!

Cada criança tem seu ritmo. Confiem nela! Criticar faz aquela atividade antes prazerosa se tornar chata, pesada.

Depois disso eu aprendi a confiar nela. Não importa como ela se comporta na aula de ballet. Sempre estará aprendendo alguma coisa. E se vocês querem saber, aprendem muito mais que a gente.

O que importa para mim como MÃE é apoiar, confiar, escutar. Se ela está prestando atenção ou não, é com a professora. Conversamos antes, apoio a professora repreender e se precisar estou ali. Mas a aula é tarefa dela e não minha.

Iniciamos esse ano karatê também. É bem mais difícil manter a concentração delas. A Nicole até faz alguns movimentos, mas as gêmeas só faz psicomotricidade. Levo brinquedos para eu conseguir fazer a aula. Mas sabem? Chega em casa elas repetem vários movimentos e aprenderam a contar até 10 em japonês! Só de ouvir a contagem na aula. E claro, bem antes que eu.

Hoje as três fazem Ballet. São uma graça. Aprendi a admirar mesmo quando não estão fazendo corretamente, por que sei que estão aprendendo algo. Elas adoram!



Aline Viana


Sou extremamente suspeita para falar dos benefícios do Ballet Classico, rsrs, sendo bailarina por paixão desde os dois anos de idade, mais do que saber eu senti cada benefício.

Bom, o maior preconceito vem por ser uma atividade que coloca toda a delicadeza da menina em pauta, mas o ballet vai muito além de ser a "garotinha perfeita", ali aprendemos disciplina, respeito ao próximo e a si mesmo, além de todos os benefícios próprios da atividade, sendo um dos esportes "mais completos" que existem, por trabalhar todas as áreas do corpo, motricidade, concentração, cooperação, coordenação motora, equilíbrio mental e físico, além de trabalhar a memória de forma significativa.
Para as crianças o ballet clássico é mais lúdico, com histórias sendo contadas enquanto ensina-se os exercícios, mas a disciplina (a começar pelas roupas obrigatórias) é uma das coisas que "mais chocam". Ela funciona sem precisar ser imposta. Bailarinas se sentem movidas a ter o cabelo penteado, e ninguém precisa dizer nada. Uma vez a Lara foi para a aula sem a meia calça porque estava suja e eu não tinha lavado, a primeira coisa que me falou foi: mas mamãe, eu não posso ir assim. 
Sem ninguém nunca ter obrigado ela usar aquelas roupas. Elas simplesmente aprendem que tem que ser assim. 
Eu amo essa dança por ir além da paixão e disciplina, é encantadora, quanto mais conhecemos, mais nos apaixonamos.

Porém, nem tudo é conto de fadas, ao final dos dois anos de idade Lara começou a se entristecer ao ir ao ballet, meu coração ficou todo partido quando decidi tirar, conto mais sobre isso no post:



[...]"Não sou eu que sempre defendo a ideia de que nossos filhos não devem ser o que queremos que eles sejam, mas sim o que eles querem ser? Então... e será que eu não estava forçando só porque EU gosto?"


Agora ela voltou para as aulas de ballet porque pediu para voltar e está adorando muito. E claro que estou extremamente feliz! rsrs

Sim, é ótimo ter os nossos filhos fazendo aquilo que amamos, mas precisamos saber respeitá-los, eles farão se também amarem. E se não amarem, tudo bem. tudo bem se ela escolher o futebol, jiu jtsu ou volei, desde que faça por amor.

Bruna Francine

O esporte por si só é um ótimo benefício para a criança, independente da escolha (lembre que ele deve escolher o que gosta de fazer, porque se for forçado de nada adiantará). Leve a várias aulas, dê as opções e deixe-o escolher. Esportes sempre serão bem vindos! 💕💕💕
Uma publicação compartilhada por Bruna Francine (@bru_mae_da_lara) em


Um post de:
Aline Viana e Bruna Francine




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