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Maternidade x Faculdade: Por que não desistir dos nossos sonhos e objetivos?

Desabafo Post Instagram  @brunabronzato.adv  - 11/03/2019 Sim, eu poderia parar quando acabou a faculdade.  Eu poderia parar quando ficou difícil. Ou mesmo quando não precisava mais.  A questão não é se formar por necessidade, trabalhar por necessidade.  A questão é fazer aquilo que amamos, independente de nossas escolhas, é importante adequar nossos sonhos ao que podemos fazer ou não. Mas maternidade nunca foi um obstáculo. Nada será perfeito, e esperar as condições perfeitas para fazer acontecer significa nunca fazer, já que a condição perfeita quem faz somos nós. Eles crescem e nós crescemos com eles, a única coisa que temos que pensar, para qualquer escolha que formos fazer é o que queremos ser para eles quando os amiguinhos perguntarem o que a mamãe faz?  Lembro de quando a resposta da Lara era: mamãe estuda. Ela dizia isso com brilho nos olhos, porque ela sabia que eu estava feliz, Que estudar era bom. E é isso que importa, seja lá qual f...

COMO SE ORGANIZAR - CONCILIAR MATERNIDADE E CARREIRA

#REPOST Muita gente me pergunta como consigo conciliar tudo e como não fico louca (Acreditem, eu fico! rsrs). Bom, mas consigo fazer muitas coisas mais pelo psicológico estar preparado do que necessariamente pela coisa que vou fazer. Primeiro porque fazemos as coisas na nossa cabeça antes de colocá-la em prática. Na realidade funciona mais ou menos assim: Primeiro eu planejo o que quero fazer (ballet, estudo, arrumar a casa, trabalho, passeio, qualquer coisa, por mais simples que seja) Se for preciso eu anoto , principalmente se for uma nova ideia (escrever faz sair da sua cabeça; no papel é mais fácil de ver a possibilidade real de realizar as coisas) Aí comparo com o que eu já tenho que fazer (Dá pra fazer as duas coisas? Não vai prejudicar algo?) Coloco como meta Começo a agir de forma que dê para praticar (Se a meta é estudar, precisa de material, se precisa de material é bom ter lugar pra estudar, vai precisar de livros? Busque-os na...

Minha história - Bruna Bronzato

Quem acompanha aqui desde sempre sabe de todo o decorrer das coisas, dos meus medos, minhas frustrações e principalmente, minhas conquistas. Para quem chega agora até pode parecer que foi fácil, mas é importante frisar que não. Nada é, nunca. Mas eu levo com leveza, acredito que se tem que ser feito, vamos fazer, seja lá como for. Se está na nossa frente é porque somos capazes. Em FEV/2013 entrei para faculdade de Direito e em abril descobri a gravidez da Lara. Eu teria algumas possibilidades e a primeira delas seria parar, era o "certo" a se fazer, o mais "fácil" (não acredito que seria), e outras coisas que me disseram, mas eu não começo nada para desistir e nunca acreditei que gravidez fosse motivo para desistirmos de algo, pelo contrário, eu pensava: "Agora que vou ter filha é então que devo lutar e terminar essa graduação para oferecer meu melhor para ela". E foi o que fiz, continuei na jornada de graduação em Direito e estudei sobre matern...

A mãe advogada

Com a crescente presença de mulheres no âmbito da advocacia (assim como nas demais profissões) o mundo vê-se na necessidade de adaptar-se à rotina, principalmente, daquelas que são mães. Afinal, é algo que não podemos simplesmente desligar para prosseguir com a trajetória profissional. Hoje em dia, muito mais que questão de escolha é também uma necessidade que muitas mulheres têm de se firmar profissionalmente, e, além disso, é um direito que toda mulher possa continuar buscando seus sonhos pós-maternidade. Contudo, o preconceito enfrentado é ainda maior que os obstáculos tradicionais da carreira e da maternidade separadamente, mas com o apoio uma das outras é possível mudar esse cenário, precisamos estar nos apoiando sempre, é possível ser uma excelente mãe e também ótima profissional, afinal, uma profissional que faz o que ama reflete sua felicidade aos filhos e é uma excelente mãe! O mundo muda e precisamos acompanhá-lo, apesar do preconceito existente (e persistente)...

Salário Maternidade - INSS

Sabemos que as mulheres que trabalham com carteira assinada tem direito a licença maternidade e que recebem o auxílio maternidade. Porém, a mulher que se encontrar desempregada também pode ter o direito de receber esse benefício, vocês sabiam? Além da mulher desempregada a outras situações que também podem dar direito ao recebimento do benefício, vamos ver abaixo: Quem tem direito?  A mulher que foi demitida por justa causa estando grávida ou que pediu demissão. Vale lembrar que se for demitida sem justa causa a responsabilidade é da empresa (lembrando que há estabilidade do emprego, assunto que trataremos em um post específico). A mulher que não estava grávida quando saiu do emprego terá de cumprir o prazo de carência de 10 meses como contribuinte do INSS. O cônjuge sobrevivente no caso de falecimento da mãe após o parto, neste caso o benefício será pago pelo período que restava.  Os adotantes, sendo o valor pago pelo INSS independente de ser homem ...

Empatia Materna

Não precisamos que nos julguem por erros que cometemos.  Não precisamos de mães nos apontando o dedo dizendo que fariam de outra forma. Não precisamos de mães perfeitas mostrando nossas imperfeições. Até porque, a maternidade não é perfeita e nunca será, pois essa é a beleza: o novo de cada dia, a incerteza e esperança de que cada dia será melhor. Ser mãe é nunca acertar mas estar sempre certa. Não julguem outras mães, mesmo que você ache que sua maneira é a melhor. Coloque-se no lugar dela, ofereça abraço. Guarde suas críticas (mesmo que ao seu ver positivas) para outro momento. Ofereça abraço e apoio. E juntas, com certeza construirão uma maternidade mais leve e suave, cada qual à sua maneira.  Não precisamos de mães que sabem tudo ou que fazem tudo "da melhor forma". Precisamos apenas de mães. Porque são as mães que construirão um mundo melhor, e por mundo melhor, entendemos aquele que é criado com amor ❤️ Vamos nos amar e nos ajudar mais. ...

Primeiro ano do Lucca!

Como assim chegamos a um ano e eu nem vi??? É, pois é, o tempo já passa rápido e quando temos filhos percebemos que ele voa! Por isso é  importante viver cada momento intensamente, mesmo aproveitando ao máximo cada fase ainda acho que passou rápido demais, como se eu nem tivéssemos visto. Lucca nasceu em 03/09/2017, as 20:19hr, por meio de uma cesarea eletiva, após mais de 12hr em trabalho de parto e por fim mecônio, como costumamos brincar, ele tentou acelerar o processo para dar tempo de nascer no aniversário do papai!  Siim! Ele nasceu no aniversário do papai, coincidência mais linda, né gente? Ele chegou me mostrando muita coisa que eu achava saber sobre maternidade, me mostrou que não comandamos nada e que o amor pode aumentar, e muito! Hoje celebramos o primeiro ano desse bebê sapeca, cheio de energia, carinhoso e sorridente! Meu primeiro ano como mãe de dois, como mãe do Lucca. Primeiro ano de Lara como irmã mais velha! Quantos motivos para festejar...

Amamentação e a volta ao trabalho

#licençaamamentação #amamentaçãoemmamadeira Em comemoração ao AGOSTO DOURADO, instituído pela lei federal 13.435/17 decretando agosto o mês  da amamentação, hoje vamos falar sobre os direitos trabalhistas da mãe que amamenta e volta ao trabalho. Pela CLT, em seu artigo 396, a mãe que amamenta terá direito a dois descansos de meia hora  a serem dedicados à amamentação do filho até o bebê completar seis meses, ou quando a saúde exigir pode ser aumentado (mediante atestado do pediatra). Esse período poderá ser unido em uma hora (saindo mais cedo, por exemplo), se assim for combinado entre o empregador e a mãe, já que a legislação não estabelece uma obrigatoriedade desses descansos serem separados, e também de ser essa a melhor forma para muitas mães que, em sua maioria, moram distante do trabalho e não teriam como amamentar dentro da empresa nesse pequeno período e nem ir até a própria casa ou creche onde estiver o bebê. E a mãe que amamenta por meio de MA...