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Crianças índigos

Já ouviram falar nesse termo?




Acreditam nisso?







Pode parecer lindo e pode até fazer sentido, mas será que acreditar que a criança é de uma "nova era da humanidade", que tem uma grande sensibilidade e todas as descrições para esse tipo de criança não é apenas uma fuga para algo que não estamos querendo ver?

Pode ser... pode não ser....

Mas que hoje em dia existem crianças muito especiais com sensibilidade aguçada, amor espontâneo, facilidade de relacionamento, alegria no olhar e tudo o mais não é de se negar. Ou será que apenas nos acostumamos com robozinhos que criamos ao longo do tempo que não são puramente crianças que quando vemos uma criança ser pura em sua essência infantil acabamos achando que são índigos?

Acho que nos acostumamos tanto com o mundo mal que achamos extraordinário quando algo bom acontece. Mas gente, pare pra pensar: todas essas características de "crianças índigo" são na verdade característica de simplesmente crianças. Nós é que moldamos nossos filhos; e ao longo do tempo muitos foram ensinados desde cedo a seguir a televisão, ao consumismo desenfreado, e até mesmo a erotização infantil; quando vemos uma criança mais ética, educada, com desenvolvimento refinado, sensível e amável, achamos estranho e diferente, e acabamos buscando explicações na parapsicologia. Mas porque assusta tanto o que deveria ser normal?

É triste estar num mundo em que se busca explicações para as coisas boas.

Crianças sensíveis e doces são simplesmente crianças, deixem elas viverem. Vocês deviam é se preocupar com as crianças que fazem o que querem, que agem "como adultos", que não correm, que não riem, que não bagunçam. Essas são as crianças anormais. É com essas que devemos nos preocupar, são essas que vão "destruir" nosso mundo.

As crianças índigo não são uma 'nova era' elas são o principio, a era de sempre, a que nunca deveria ter deixado de existir. E parabéns aos pais que não tiram da criança a essência de ser criança!

O mundo precisa de adultos assim, que ensinem suas crianças a serem puras como são, ou melhor, que nem ensinem, porque criança sabe ser criança; é só ser. Nós é que devíamos aprender com elas.



Por: Bruna Francine



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