Pular para o conteúdo principal

Mamãe, como os bebês vêm?

A mãe que nunca ouviu essa frase, aguarde! Um dia irá ouvir... rsrs

E por mais que nos preparemos, na hora a gente trava. Sei lá, ficamos meio abobadas pensando no porquê eles estão pensando naquilo.

Mas tudo bem, experiência trabalhando com crianças, workshops, palestras e congressos, busca algo lá na mente em como responder a esse tipo de pergunta - parece ser mais fácil quando não são filhos da gente...
Mas enfim, achei lá no fundo uma lembrança  (Não sei se foi médico, pedagogo, psicólogo ou qualquer YouTuber que ensinou, só sei que foi o mais adequado que encontrei):
- o que você acha, filha?
"-acho que a mamãe pede pra vim o Lucca (nome do irmãozinho que está a caminho), fala (olhando pra barriga) que quer muito um bebê, aí ele vem e começa a crescer."

Gente, primeiro que é muita fofura, segundo que a resposta era simples e meiga.



Agora vamos as explicações do porquê rebater a pergunta da criança com: o que você acha?

Porque a nossa mente de adulto é impura, perversa, tem traumas, medos, e milhares de sentimentos ruins. Nós tentamos "mentir" de forma "bonita" e acabamos floreando e falando além do necessário. Ao rebater a pergunta você consegue enxergar o que seu filho está pensando... que as vezes é muito mais simples do que se pensa, e você não precisou ter o trabalho de ensinar além para a criança, manteve a imaginação dela, manteve a pureza

Caso a resposta seja muito absurda, ainda assim você terá uma perspectiva de como deve responder.  Aí você explica (baseado no que a criança está esperando ouvir).

E aguarde para receber desde respostas fofas até respostas hilárias... mas lembre-se: trate sempre com naturalidade. A criança precisa sentir que está sendo ouvida e que o adulto está dando atenção à ela...




Comentários

  1. Bem interessante está ideia de perguntar para a criança o que ela acha.
    Gostei bastante do post.

    www.paginasempreto.blogspot.com.br

    Beijos

    ResponderExcluir
  2. haha bem interessante! gostei!
    beijinhos
    Blog Reflexo Brilhante

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Sua opinião é sempre importante! Deixe seu comentario e seu link que contribuiremos a visita de todos com prazer :)
Obrigada pela visita! *-*
Beijos

Postagens mais visitadas deste blog

Primeira aula de ballet

#REPOST Dia Internacional da Dança chegando! Então vamos repostar aquilo que mostra nosso amor e encanto a essa arte! Para as mães bailarinas ou mães de bailarina, mandem-nos suas fotos e experiências! Adoraremos compartilhar ou apenas conversar sobre esses momentos encantadores! Apenas a levei para experimentar, se ela gostasse eu faria a matrícula, senão não iria forçar. Mas pelo visto, foi gostoso estar na aula..  O importante é não forçarmos nossas crianças a nada. Nem sempre porque gostamos a criança vai gostar também.   Mas bem lá no fundo eu esperava que ela gostasse.. rsrs Foi dela. Foi natural. Está matriculada! 

Caiu na OAB!

E mamãe já tinha feito post no blog... O post começava assim: "Toda gestante que trabalha, sejá lá qual for a profissão, autônoma ou não, sabe das dificuldades que são encarar uma gestação sem porder deixar de trabalhar, ou sem se quer mudar a rotina.  Acontece, que a maioria das gestantes já tem seus direitos garantidos pela CLT, nos casos de empregadas regido por esta lei. Como me formarei no próximo ( ESSE, UHUL! ) ano (AMÉM! ☝☝) e pretendo ter um segundo filho (Estou a espera do segundo, uhul! ), sempre pensei em como seria ser advogada gestante ( Mas no momento só vou ser estudante gestante mesmo, rsrs ) . Porém hoje (28/11/2016 - data que foi feito o post ) foi publicada uma nova lei (que dá título ao post - chamada  Lei Julia Matos ) que altera os previstos no Código de Processo Civil, bem como o Estatuto da Advocacia; garantindo certos direitos que são essenciais às mulhers gestantes" Grifos em vermelho feito agora* Gente, quando vi a questão de É...

Não faz mal cuidar de si mesma

A correria da maternidade muitas vezes não nos permite parar e descansar, não é mesmo? Quantas tirinhas já vimos sobre maternidade com brincadeiras do tipo: E quantas vezes entramos no banheiro e fechamos a porta tentando esquecer de toda aquela rotina de mãe? Nunca foi porque não queremos mais, nem por falta de amor, apenas porque continuamos sendo ser humano e precisamos de um tempo.